segunda-feira, 21 de março de 2011

A ação educativa ao longo da trajetória escolar


            O professor assume diferentes papeis no decorrer da trajetória escolar. No ensino infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental, o professor tem a função de “institucionalizar” a escola ao aluno, o que de acordo com a professora Silvia Colello, se refere ao investimento nas esferas afetivas, funcional, cognitiva, linguística, e de ajustamento pessoal, ou seja, mostrar ao aluno o significado da instituição escolar. Na segunda etapa, 3º e 4º do Ensino Fundamental, o papel do professor passa a ser o de “escolarização”, ou seja, fortalecer a relação do aluno com a escola pelas dimensões afetivas, metodológicas, funcional, cognitiva e social. A partir do 5º ano até o Ensino Médio o professor assume o papel de preparar o aluno para a vida social, acolhendo-o de forma a prepará-lo para o convívio em sociedade.

Referência
  • Vídeo-aula 2 - A ação educativa ao longo da trajetória escolar

Papel do professor: instruir ou educar?


             Ao instruir o professor tem como função ensinar, transmitir conhecimentos no cumprimento dos conteúdos programáticos, enquanto que o educar refere-se a desenvolver as faculdades físicas, morais e intelectuais.
        A instrução coleciona fatos, conhecimentos; a educação junta valores. Neste sentido, Georges Gusdorf afirma que “A pedagogia real situa-se para além dos limites de qualquer disciplina” Ou seja, a escola não deve ser vista apenas como um mero espaço transmissão de saberes, mas também como espaço de formação de indivíduos críticos, autônomos de forma que estes sejam preparados para o convívio em sociedade contemplando valores morais e éticos, aprendendo a conviver com as diferenças e a sobressair diante das dificuldades impostas pela sociedade.
        Assim, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a escola deve ser vista como um espaço de formação e informação.

Referência:

Vídeo aula 1 - Papel do professor: ensinar ou instruir?

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Bullying

         O bullying é caracterizado por atos agressivos, físicos ou verbais, que ocorrem com frequência  por parte dos alunos contra seus colegas.
        As vítimas de bullying  apresentam baixa autoestima, queda no rendimento escolar, baixa frequência na escola e transtornos psíquicos e comportamentais.
       Os agressores sentem-se superiores aos outros colegas, intimidam, ameaçam, dominam os outros alunos e usam a situação de bullying como forma de se auto afirmar.
    No intuito de diminuir a prática de bullying na escola é fundamental  uma educação pautada em valores,  considerando que estes que estão se perdendo na sociedade.

Referência
  • Vídeo-aula 20: Bullying

Violência

 

 

  • Vídeo-aula 18: Violência e educação
  • Vídeo-aula 19: Violência na escola

Podem a ética e a cidadania serem ensinadas?

"Desde que a criança compreende o que lhe diz, a mãe, a ama, o preceptor e o próprio pai conjugam esforços para que o menino se desenvolva da melhor maneira possível. Toda palavra, todo ato lhes enseja ensinar o que é justo, o que é honesto e o que é vergonhoso .... o que pode e o que não pode ser feito. ...Depois o enviam para a escola e recomendam aos professores que cuidem com mais rigor dos costumes do menino do que do aprendizado das letras e da cítara. [ ... ] não te dás conta (Sócrates) de que todo o mundo é professor de virtude, na medida de suas forças; por isso imaginas que não há professores. Do mesmo modo, se perguntasses onde estão os professores de grego [coloquial] não encontrarias um só" Protágoras

Referência

  • Vídeo-aula 17: Podem a ética e cidadania serem ensinadas?

domingo, 12 de dezembro de 2010

Sexualidade e Prevenção

             A sexualidade tem seu início com o nascimento, e se desenvolve durante toda a vida, tornando-se mais visível na puberdade.
      São as fases de desenvolvimento sexual:
  • Fase oral (nascimento a 1 ano): principal ponto de tensão e gratificação é a boca, a língua e lábios - inclui o morder e a sucção.
  • Fase anal: (1 - 3 anos): ânus e área vizinha são a maior fonte de interesse; aquisição de controle voluntário de esfincter (treinamento da toalete).
  • Fase fálico (3-5 anos): Foco genital de interesse, estimulação e excitação; pênis é o órgão de interesse de ambos os sexos; masturbação genital é comum; Intensa preocupação com ansiedade de castração ( temor de perda ou danos aos genitais); inveja do pênis (insatisfação com os próprios genitais e desejo de possuir genitais masculinos), vista em meninas, nesta fase; Complexo de Édipo é universal. Criança deseja ter relações sexuais e casar com o membro parental do sexo oposto e, simultanea livrar-se do membro do mesmo sexo.
  • Fase de latência ( dos 5-6 anos a 11 - 12 anos): Estado de relativa inatividade da pulsão sexual, com resolução do complexo de Édipo; Pulsões sexuais canalizadas para objetivos mais apropriados socialmente; Formação do superego; uma das três estruturas psiquicas da mente responsável pelo desenvolvimento moral e ético, incluindo a consciência;
  • Fase genital ( dos 11 -12 anos em diante): Estágio final do desenvolvimento sexual - começa com a puberdade e a capacidade para a verdadeira intimidade.
        A discussão desse tema, bem como os temas diversidade sexual e a relação sexual forçada, são fundamentais no intuito de garantir a passagem do adoleslescente a idade adulta de uma forma saudável. É importante que o adolescente tenha a consciência do uso dos presenvativos no intuito de evitar a gravidez indesejada e  doenças.


Referências
  • Vídeo-aula 15: Sexualidade na escola
  • Vídeo-aula 16: Sexualidade e prevenção de risco

A construção de valores e a dimensão afetiva

" Os sentimentos devem ser objeto de conhecimento a ser trabalhado na escola. A importância de trabalhar os sentimentos é grande e nós precisamos, se queremos uma educação moral efetiva, trazer a explicitação dos sentimentos para reflexão de nossos alunos "

Referência
  • Vídeo-aula 14: A contrução de valores e a dimensão afetiva